óleo essencial de lemongrass (capim limão) para aromaterapia

Óleo Essencial De Lemongrass e suas Propriedades Terapêuticas

O que torna o óleo essencial de lemongrass e suas propriedades terapêuticas tão especiais?

O Capim-Limão (Cymbopogon citratus), também conhecido como Lemongrass (Cymbopogon flexuosus), é originário da Índia. Seu aroma costuma ser confundido com a erva-cidreira (Melissa officinalis), mas, diferente desta planta, o óleo essencial de Capim-Limão tem como princípio ativo o citral, responsável pela vasodilatação e pelo agente antifúngico. Além disso, esse óleo é sedativo, bactericida, analgésico, relaxante muscular, antiviral, anti-inflamatório, diurético, antioxidante, melhora os desconfortos da má digestão e de gases e ainda aumenta as defesas imunológicas do organismo, agindo também como repelente de insetos.

E mais, é ótimo para queda de cabelo, coceira, oleosidade e caspa no couro cabeludo.

Atua como coadjuvante em tratamentos de controle da osteoporose e da hipertensão.

É indicado para cansaço físico, mental e falta de concentração. Ajuda a ter mais criatividade, clareza mental e intuição, trazendo mais discernimento.

É antidepressivo, bom para insônia, libera raiva e emoções contidas. Indicado para pessoas hiperativas e crianças que têm medo, como de escuro, por exemplo, pois acalma a mente agitada. Fortalece a prática do perdão, desarma o ímpeto de agressão para consigo mesmo e com os outros. Possui propriedades que estimulam o afeto, o aconchego e o acolhimento, facilitando momentos de mudanças e transições.

O óleo essencial de Lemongrass faz um excelente trabalho no Chackra Laríngeo (localizado na altura da garganta), ajudando a falar o que está contido e, por isso, é indicado principalmente às pessoas que não conseguem se expressar, têm dificuldade em dizer “não” e vivem “engolindo sapos”. Já quando usado no Chackra Frontal (localizado na área da testa), auxilia na intuição, sendo excelente para práticas de meditação.

Por outro lado, é contraindicado para quem tem pressão baixa, gestantes e pessoas que têm glaucoma, devido à presença do citral, que pode aumentar a pressão intraocular. Não deve ser passado puro sobre a pele, pois pode ocasionar queimaduras ou reações alérgicas. Sendo assim, sempre adicione ao óleo essencial de Capim-Limão uma base carreadora como óleo vegetal, creme neutro ou álcool de cereais.

É um dos óleos preferidos para aromatização de ambientes, pois seu cheiro é agradável e traz bem-estar. Mas como seu odor é muito intenso, o óleo deve ser usado em dosagem baixa.

Mas, os benefícios do Lemongrass não param por ai. Ele também é utilizado para combater o cheiro de guardado e mofo de armário e gavetas.

Atenção para as normas de precaução para o óleo essencial de Lemongrass

Lemongrass é seguro para uso caseiro desde que sejam respeitadas as dosagens de segurança.

Contudo não devem usar: gestantes, pessoas com pressão baixa, com glaucoma e com hiperplasia prostática.

E principalmente: jamais usar sem diluição!!!

Quem já colheu capim limão sabe que as folhas cortam,- assim também é seu óleo: dermoagressivo!
Pode causar desde uma ligeira coceira até uma vermelhidão com inchaço.

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aromaterapia no controle dos sintomas do autismo

A Aromaterapia pode ajudar em casos de Autismo

O autismo, em outras palavras também chamado de transtorno do espectro do autismo (TEA), é um problema psiquiátrico. Geralmente é detectado entre um ano e meio e três anos de vida. A condição pode afetar a comunicação, a capacidade de aprendizado e a adaptação da criança. Alguns exemplos de comportamentos podem ser: apatia, atraso na fala, movimentos pendulares de tronco, mão e cabeça, inquietação exagerada, não atender aos chamados, bebês que não mantêm contato visual, ansiedade, agressividade, resistência a mudanças, como um novo alimento ou novo brinquedo. Outro fator que deve chamar atenção é que luzes brilhantes e ruídos altos podem assustar. E como a aromaterapia pode ajudar em casos de autismo?

A Aromaterapia atua não só ajudando no desenvolvimento da criança, mas alguns óleos também acalmam, proporcionando mudanças benéficas de comportamento.

Alguns dos sintomas são também ligados ao Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), os transtornos podem coexistir. Ou seja, é possível uma criança apresentar TDAH com traços de autismo, por exemplo. Devido à dificuldade de sociabilização e comunicação das crianças autistas, alguns pais podem ter receio de sair em público, pois a crise vem a qualquer momento, sendo difícil confortá-las.

Uma característica forte para boa parte dos autistas é a dificuldade em lidar com mudanças. Portanto, seguir uma rotina pré-estabelecida é muito importante para elas.

E inserir óleos essenciais nessa rotina, além de uma atividade terapêutica, pode ser também algo lúdico, relaxante, estimulante, dependendo da forma de aplicação e dos óleos utilizados.

Estudos

O médico Terry Friedmann testou o uso da Aromaterapia em 40 crianças com TDAH na faixa de 6 a 12 anos. Por dois anos, Friedmann observou o efeito dos óleos, que eram inalados durante a noite ou três vezes durante o dia quando as crianças estavam mais dispersas. 

Friedmann concluiu que o uso regular do óleo de vetiver por 30 dias melhorou o padrão de ondas cerebrais, o desempenho escolar e os padrões de comportamento em todas as crianças acompanhadas.

E como a aromaterapia pode ajudar em casos de autismo? Quais óleos são indicados?

Clareza Mental e Centramento

  • Vetiver: ajuda crianças autistas com dificuldade em lidar com mudanças, de uma atividade para outra, e faz com que elas se desliguem de uma tarefa e partam para outra de forma natural. Esse óleo essencial é aterrador. Incentiva a firmar os pés no chão, perceber o mundo que há no entorno. Além disso ele é capaz de acalmar as pessoas em um ambiente. São características que o tornam ideal para momentos de estímulo e aprendizado. Além disso, as propriedades calmantes e relaxantes do vetiver ajudam a amenizar os sintomas de hiperatividade. Inclusive, minimiza a dificuldade de concentração, foco, dificuldade de se organizar e seguir normas e comportamento inquieto.
  • Sândalo: evoca o que chamamos de Clareza Mental. Acredita-se que ele ativa as glândulas pineal – que regula os padrões de sono – e pituitária – que regula outras glândulas e várias funções do organismo como o crescimento. Ele estimula também as amídalas cerebrais, que são responsáveis pelas respostas emocionais. O sândalo, assim como o vetiver, tem a função de aterramento, mas ao mesmo tempo amplia a consciência. Também evoca a calma no autismo.

Relaxamento e Tranquilidade

  • Cedro do Atlas: atua no equilíbrio emocional, e faz isso de várias formas. Fisicamente, no cérebro, promove a disponibilização da serotonina, que é convertida em melatonina, e que permite desfrutar de momentos de tranquilidade, promovendo o sono restaurativo.
  • Lemongrass (Capim Limão): emana relaxamento, tem cheirinho de abraço. Traz o conforto da sensação de acolhimento, e pode funcionar muito bem em situações de desconfiança, como a adaptação das crianças na escola. Ele estimula a conexão familiar e a harmonia.
  • Lavanda: tem um poder inigualável de reduzir o estresse e trazer a sensação de aconchego, que é capaz de levar ao relaxamento. A lavanda também acalma estados conturbados e atua em conflitos emocionais de forma delicada e eficaz.
  • Camomila romana: é extremamente suave, mas incrivelmente potente. Seu poder calmante é capaz de levar a pessoa a níveis profundos de relaxamento, além de promover o bom humor.

Foco e Energia

  • Hortelã Pimenta: traz o frescor necessário para começar bem o dia. Ele é estimulante, revigorante, combate o sono matinal, e pode ser bastante útil com crianças autistas com resistência a sair da cama. Além disso ele estimula a concentração e também tem efeito calmante.
  • Bergamota: a energia promovida por ele ativa a circulação sanguínea. Ele é capaz também de reduzir dores causadas por tensão muscular, relaxando e diminuindo o estresse. Além de tudo isso, é um aroma solar, que desperta a alegria e diminui a predisposição a vícios comportamentais no autismo.

Aplicação dos óleos essenciais

A inserção da aromaterapia pode ser através de massagem, de uma brincadeira, pode estar no ritual de preparação para sair de casa, ou nos preparativos para ir dormir. Existem muitas possibilidades, e são fantásticos os resultados.

Para que o tratamento seja eficiente, e para que a criança não fique estressada com as variações de rotina, é necessário o contato diário com os óleos essenciais. Alguns resultados já são perceptíveis nos primeiros momentos de uso, mas para resultados duradouros é necessário manter o tratamento por dois ou três meses.

Os óleos essenciais citados aqui podem ser usados como coadjuvantes em situações pontuais ou em um tratamento maior, que vise a mudança de hábitos e o desenvolvimento a longo prazo da criança. No caso de optar por definir um tratamento, escolha um ou mais óleos essenciais de acordo com as necessidades (sugerimos não mais do que quatro), e defina a forma de uso de cada um deles de acordo com a rotina da criança.

Um exemplo de rotina com óleos essenciais:

Manhã

Comece com um banho morno na criança, e utilize sabonete líquido com óleo essencial de hortelã pimenta.

Durante o dia

Coloque no difusor pessoal dela uma gotinha do óleo essencial de vetiver, e mantenha-o durante todo o dia.

Noite

Antes de ir dormir, coloque no difusor de ambiente do quarto da criança quatro gotinhas do óleo essencial de lemongrass com um pouco de água. Se ela ainda estiver agitada, faça uma pequena massagem com um creme ou hidratante de massagem preparado com óleo essencial de lavanda nos seus pés ou nas costas.

Todos os óleos essenciais indicados nesse texto são considerados seguros para uso doméstico conforme as indicações. Alguns dos produtos indicados estão disponíveis para compra na nossa loja .

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óleos essenciais antivirais e para imunidade

Óleos essenciais antivirais e estimulantes da imunidade

Por causa da epidemia do coronavírus muitas pessoas estão perguntando da eficácia da Aromaterapia e dos óleos essenciais para aumentar a imunidade e se proteger de vírus em geral.

O ataque de vírus, bactérias, fungos e outros parasitas que invadem os organismos humanos, provoca doenças infecciosas e contagiosas. Resfriado, gripe, varicela, herpes zóster, herpes, hepatite, mononucleose infecciosa … são alguns exemplos de doenças virais relativamente comuns. Doenças mais graves, como por exemplo AIDS, SARS, gripe aviária, Ebola, varíola e agora o tão famoso Coronavírus… também são causadas por vírus.

Mas o que são vírus?

Os vírus são simples e pequenos, formados basicamente por uma cápsula proteica envolvendo o material genético, o qual pode ser o DNA, RNA ou os dois juntos. 

O vírus sozinho não oferece riscos, mas tem a capacidade de se ligar a uma célula. Para se reproduzir precisa estar hospedado em alguma célula, tomando conta dela e a partir daí se espalha. 

As infecções virais são uma ameaça mundial, em primeiro lugar devido à falta de tratamentos efetivos disponíveis e em segundo devido à sua resistência.

Como os vírus agem?

Devido à porosidade da mucosa inflamada, todos os agentes infecciosos que se comportam como antígenos, ou seja, toda substância estranha ao organismo que desencadeia a produção de anticorpos, atingem a circulação sanguínea e criam distúrbios imunológicos enquanto induzem uma queda de nossas defesas naturais. Todas essas infecções crônicas e outros antígenos podem dar lugar a sintomas muito graves ao nível das articulações, do cérebro, do sistema respiratório e do sistema cardiovascular. Contudo, felizmente, dispomos dos óleos essenciais capazes de neutralizar esses intrusos e nos proteger de vírus, assim como terapias capazes de restituir o equilíbrio imunológico, ou seja, aumentar a imunidade.

Quais óleos são indicados para essa prevenção?

  • Tea tree (Melaleuca Alternifolia) : Antifúngico, anti-infeccioso, antisséptico, antiviral, bactericida, estimula o sistema imunológico, radioprotetor. Assim, é considerado um dos óleos essenciais mais poderosos como antiviral.
  • Eucalipto Globulus: Antibacteriano, antifúngico, antiviral, mucolítico, expectorante, descongestionante das vias respiratórias.
  • Bergamota: Antisséptico, antifúngico, imunoestimulante.
  • Limão Siciliano: Poderoso imunoestimulante. Antimicrobiano aéreo. Coadjuvante na prevenção de infecções respiratórias, doenças contagiosas e epidemias.
  • Lemongrass (Capim Limão): forte ação antimicrobiana e repelente de insetos.
  • Tomilho Qt Timol: Antibacteriano, antifúngico, antiviral, mucolítico, expectorante, broncodilatador, imunoestimulante, neurotônico, ou seja, dá vigor ao sistema nervoso.
  • Ravintsara (Cinnamomum Camphora QT Cineol): Antiviral muito eficaz, anti-infeccioso, antibacteriano, antifúngico e estimulante imunológico, mucolítico, expectorante e neurotônico.

Mas como podemos nos beneficiar de forma segura, usando os óleos corretamente?

A melhor forma de usar os óleos é por meio da inalação. Assim, o colar aromático ou difusor pessoal pode ser a melhor opção.

O difusor de ambientes também pode ser uma alternativa para casa e ambientes de trabalho.

Outra dica é fazer uma loção antisséptica para as mãos.

Receita:

50ml de álcool gel ou creme base neutro

15 gotas de Tea Tree

12 gotas de Eucalipto Globulus

  6 gotas de Lemongrass

Misture bem e use diariamente para higienizar as mãos.

Contudo, lembre-se sempre que a melhor forma de utilizar os óleos essenciais é consultando um aromaterapeuta, que é o profissional que pode te ajudar na escolha dos melhores óleos para você. Muitos óleos têm contra indicações e não podem ser usados por crianças, gestantes e idosos.

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oleo essencial de bergamota para aromaterapia

Óleo Essencial de Bergamota e suas Propriedades Terapêuticas

O que torna o óleo essencial de bergamota e suas propriedades terapêuticas tão especiais? Esse óleo essencial é realmente multifuncional pois tem potencial ansiolítico, é útil para atenuar distúrbios do apetite como inapetência ou excesso de apetite, anorexia ou obesidade.

É antisséptico e antifúngico, auxiliando em infecções dos tratos urinário e respiratório, aliviando sintomas de cistite, corrimentos, candidíase, bronquite, etc.

Atua na redução da hiperatividade das glândulas sebáceas da pele e do couro cabeludo, assim sendo útil nos cuidados com a pele oleosa, na psoríase, acne, dermatite e coceiras. Protege a pele contra rachaduras e fissuras.

Ajuda na eliminação de celulite e auxilia na quebra de depósitos linfáticos.

Além de seu potencial analgésico e antiespasmódico, é vermífugo, ou seja, combate vermes, reduz a febre e auxilia na indigestão.

E ainda ameniza distúrbios do sono, podendo criar um ambiente propício ao sono profundo e reparador.

O óleo essencial de Bergamota e suas Propriedades Terapêuticas:

Corpo: Valioso antisséptico para o aparelho urinário e eficaz contra as infecções e inflamações, principalmente a cistite. Também é benéfico para o aparelho digestivo e alivia condições como digestão difícil, dispepsia, flatulência, cólica, indigestão e perda de apetite. É um excelente antisséptico intestinal, auxilia na expulsão de parasitas intestinais e parece diminuir cálculos biliares. Também ajuda a tratar infecções dos sistema respiratório, que podem incluir dificuldade de respiração e amigdalite, bronquite e tuberculose. É, em geral, eficaz contra a herpes labial, a catapora e a herpes zoster.

Pele e para os cabelos: Sua ação antisséptica e cicatrizante parece benéfica às condições de pele oleosa, acima de tudo, quando relacionada ao estresse. Essas condições podem incluir eczema, psoríase, acne, úlceras varicosas, feridas, herpes, seborreia da pele e do couro cabeludo. Excelente no tratamento de lesões cutâneas. Ajuda combater retenção de água, celulite e fadiga. Reduz inflamações.

Campo emocional: Como age equilibrando as emoções das pessoas e “limpa” o acúmulo de sentimentos negativos, o óleo essencial de bergamota é considerado um excelente antidepressivo. A substância ajuda a amenizar as oscilações profundas de humor, comuns em quem sofre de transtorno bipolar, por exemplo. Nesse tipo de distúrbio, a pessoa alterna estados de alegria e tristeza, podendo adotar comportamentos mais graves, como manias excessivas e até depressão.

Além disso, dissipa a insegurança e equilibra as emoções. Desperta tranquilidade, promovendo a autoestima e a autoaceitação.

Dissolve o medo, a timidez, autocrítica, as mudanças abruptas de humor e irritação, facilitando portanto o relacionamento com o outro.

Acalma estados ansiosos de angústia e tristeza. Desperta esperança e alegria.

Cuidados e precauções

  • é aconselhável evitar o sol forte e os banhos com raios ultravioleta após usar o óleo essencial de bergamota, pois ele pode estimular a fotossensibilidade causando queimaduras .
  • o óleo de bergamota pode causar irritação à pele sensível quando usado em altas concentrações, mas se usado com moderação terá um efeito positivo.

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aromaterapia: percepção do aroma efeito dos óleos essenciais no organismo

Como funciona a percepção do aroma de um óleo essencial?

Num mundo tão ligado a aspectos visuais quanto o nosso, nem sempre nos damos conta da quantidade e riqueza de estímulos de outras variantes sensoriais a que somos expostos. Entretanto, não podemos ignorar a influência e o poder que esses outros estímulos têm de nos afetar, mesmo sem percebermos. A temperatura do ambiente, sons, gostos e até mesmo a percepção do aroma, influenciam nossas preferências e têm um impacto muito grande em nossa tomada de decisão.

Respirar, por exemplo, é um movimento tão natural e involuntário, que mal podemos imaginar tudo o que ocorre em nosso organismo no pequeno intervalo entre uma inalação e outra.

De um ato instintivo à complexidade das estruturas fisiológicas do corpo humano, podemos tentar compreender como funciona a percepção do aroma, o que por sua vez, certamente, nos conduz ao entendimento da ação terapêutica dos óleos essenciais.

Você sabia que o corpo humano possui receptores olfativos em todas as suas células?

Estes receptores, quando ativados, induzem impulsos nervosos, que irão direcionar informações sobre o odor inalado até o cérebro. Em outras palavras, é por intermédio das múltiplas conexões e intermediações realizadas entre o cérebro e as outras áreas do organismo, que um aroma é capaz de influenciar diferentes sistemas orgânicos como o sistema digestivo, nervoso, endócrino, imunológico, respiratório, dentre outros.

A percepção do aroma ocorre graças ao epitélio olfatório, ou seja, uma região localizada na parte superior das cavidades nasais. É nesse epitélio que encontramos células sensoriais especializadas chamadas de quimiorreceptores. Elas são caracterizadas por possuírem prolongamentos que ficam mergulhados no muco, são os chamados cílios olfatórios.

As moléculas odoríferas dispersas no ar são capazes de estimular esses cílios. Elas gerarão um impulso nervoso que chegará até o bulbo olfatório, ou seja, área do cérebro que é responsável por receber a mensagem e enviá-la para outras regiões do cérebro onde a mensagem será interpretada.

Identificar e perceber sensorialmente um aroma é possível graças a interação entre elementos internos do nariz e do sistema nervoso central (SNC).

Contudo, muito além da assimilação de um estímulo odorífero, a percepção de um aroma transcende o intelecto envolvendo emoção, memória e principalmente agindo sobre o nível subconsciente.

Os nervos olfativos estão ainda diretamente ligados à parte mais primitiva do cérebro: o sistema límbico. Responsável por controlar comportamentos ligados à nossa sobrevivência, o sistema límbico é também a unidade responsável pelas nossas emoções. Este certamente é um dos motivos pelo qual os óleos essenciais podem atuar de forma tão positiva no campo psicoemocional.

Para que possa ser captado aromaticamente uma substância deve possuir três características conjuntas. São elas:

VOLATILIDADE: em outras palavras, a capacidade de se tornar vapor ou gás a temperatura e pressão ambientes;
HIDROSSOLUBILIDADE: ou seja, confere a capacidade de se solubilizar na mucosa nasal;
LIPOSSOLUBILIDADE: que lhe confere a capacidade de interação com o neurônio olfativo.

Em síntese, ao ser inalado o aroma de um óleo essencial penetra as nossas fossas nasais, dissolve-se na mucosa e sensibiliza os cílios dos neurônios olfativos.

Após serem inaladas, as moléculas do óleo essencial vão diretamente para o sistema límbico do nosso cérebro, ou seja, a área que controla o nosso batimento cardíaco, a pressão sanguínea, a respiração, a memória, os níveis de stress e o balanceamento dos hormônios. Os efeitos físicos e psicológicos começam a ser sentidos em média 22 segundos depois da inalação, é muito rápido.

Portanto, quando falamos em inalação precisamos pensar que as propriedades desses óleos chegarão diretamente ao nosso sistema nervoso central o qual irá processar as informações e enviar sinais para todas as partes do corpo o quais irão executar as informações recebidas.

Por exemplo, em um processo infeccioso, utilizamos a inalação de óleo de limão e tea tree, o cérebro receberá a informação para ativar a resposta imune do corpo ativando as células de defesa (glóbulos brancos principalmente) as quais se encaminharão para o local da infecção combatendo a mesma e restaurando a saúde do corpo. Há estudos que comprovam que alguns componentes dos óleos essenciais permanecem no organismo por até 5 dias.

O corpo humano é mesmo surpreendente, não é verdade? Você conseguiria imaginar uma pequena molécula aromática percorrendo todo esse complexo caminho?

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óleo essencial de alecrim

Alecrim para a queda de cabelo

A queda de cabelo é um problema que tem crescido muito nos últimos tempos. Nós perdemos cerca de 100 fios de cabelos diariamente, é normal que isso aconteça! Porém, você deve procurar tratamento quando acontece em excesso, isso pode ser notado no chuveiro e roupas, por exemplo.

Sabemos que a queda de cabelo pode ser provocada por diversos fatores, mas um dos fatores que mais contribui para que isso aconteça está relacionado com a exposição do nosso corpo aos radicais livres, os quais provocam um envelhecimento acelerado das células e, por consequência, a degeneração do folículo capilar, além de alterações hormonais, hipotireoidismo e desequilíbrios emocionais.

Outra das principais causas da calvície é o excesso de sebo presente no couro cabeludo, assim como a presença do DHT (hormônio responsável pela queda de cabelo, principalmente nos homens).

Atualmente, o tratamento mais comum é o uso de minoxidil. Entretanto, esta droga possui muitos efeitos colaterais negativos como coceira, dor de cabeça e oleosidade.  

Na aromaterapia, o óleo essencial de Alecrim pode ser um bom tratamento coadjuvante para tratamentos capilares.

Um dos diferenciais é que o Óleo Essencial de Alecrim tem propriedades hidratantes, assim o cabelo fica macio e com brilho, diferente do minoxidil que deixa o cabelo áspero e opaco.

O alecrim é extremamente rico em antioxidantes, os quais combatem os radicais livres, sendo, portanto uma boa opção para os cabelos.

No couro cabeludo, as propriedades do alecrim ajudam no combate à caspa, além de promover o crescimento dos fios.

É certo que o alecrim tem propriedades antisseborreicas e diversos estudos internacionais provaram que também pode diminuir a ação hormonal do DHT, responsável pela calvície.

Felizmente, vários estudos têm mostrado a capacidade do Óleo Essencial de Alecrim em melhorar a perfusão dos capilares sanguíneos.

Deste modo podemos dizer que o alecrim é bom tanto para regenerar, tratar a queda e estimular o crescimento do cabelo.

Como utilizar o óleo essencial de alecrim nos cabelos?

Você pode diluir a concentração de Óleo Essencial de Alecrim de 2 a 5% em óleo vegetal carreador.

Pode ser usado no cabelo seco, ou no cabelo molhado. Evite usar no comprimento dos fios, use somente no couro cabeludo.

Uma receitinha com concentração de 3% (Dose segura)

1colher de sopa ou 10ml de óleo de jojoba ou de rícino

6 gotas de óleo essencial de alecrim

Obs: em caso de calvície ou queda muito acentuada você pode aumentar a concentração para 5%. Neste caso seriam 10 gotas de óleo de alecrim para cada 10ml de óleo carreador.

Misture e aplique em todo couro cabeludo, massageie para penetrar o produto por pelo menos 2 minutos.

Fazer essa massagem com alecrim 3 vezes por semana. Prolongue o tratamento por 6 meses para notar uma visível diferença.

Apesar das inúmeras propriedades terapêuticas do óleo essencial de alecrim, seu uso é contraindicado durante a gravidez, em crianças com menos de sete anos, epiléticos e hipertensos.

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